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Carlos Augusto fala de seus projetos para Rio das Ostras

Carlos Augusto fala de seus projetos para Rio das Ostras

Carlos Augusto fala de seus projetos para Rio das Ostras
June 30
13:57 2016

Eleito com aproximadamente 33 mil votos, o deputado estadual Carlos Augusto Balthazar (PSL) finalmente pôde assumir, no último dia 20, o seu mandato na Assembleia Legislativa (Alerj). Para tomar posse, no entanto, ele teve que superar uma verdadeira batalha nos tribunais provocada, segundo ele, pela perseguição de seus adversários. “Nossos adversários moveram contra mim 300 processos. Nunca fui condenado por improbidade ou corrupção em minha vida. Fui condenado apenas por ter participado de um culto evangélico no aniversário de minha esposa. Mas, graças a Deus, a justiça foi feita”, comentou. Superada a guerra nos tribunais, o deputado agora concentra-se em recuperar o tempo perdido e tentará, nos próximos meses, deixar a sua marca no parlamento estadual. Nesta entrevista, concedida com exclusividade ao Expresso Regional, ele fala de seus planos como deputado e sobre sua intenção em voltar a governar a cidade de Rio das Ostras a partir de 2017.

Expresso Regional — Mesmo eleito em 2014, o Senhor conseguiu assumir o mandato apenas agora, perdendo um ano e meio de mandato. Ainda há tempo de fazer um trabalho expressivo para a região?
Carlos Augusto — Sim, há. Por isso mesmo que procurei imediatamente assumir a cadeira e iniciar meus trabalhos na Alerj, sem alardes ou sem festas. Eu e minha equipe já estamos trabalhando diuturnamente para apresentar, nos próximos meses, proposições de interesse da região e, sobretudo, Rio das Ostras.
ER — E quais seriam estas proposições?

Carlos Augusto — Acredito que há questões urgentes para se resolver e é nisso que eu vou trabalhar. Por exemplo, a pauta da segurança pública é uma das grandes preocupações da região. Já passou da hora de Rio das Ostras ter o seu próprio Batalhão de Polícia Militar. O contingente do batalhão de Macaé já não atende mais a toda a região, pois além de Macaé e Rio das Ostras, precisa atender a Quissamã, Carapebus, Casimiro e Conceição de Macabu, além de Barra de São João. Por outro lado, se a gente tiver um batalhão que atenda a Rio das Ostras, Casimiro e Barra de São João, nossa segurança vai melhorar significativamente. Além disso, vou marcar para as próximas semanas uma agenda com o secretário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrane, cobrando dele ações imediatas para a melhoria da segurança pública. Como a segurança vai melhorar, se os policiais continuarem sem combustível para suas viaturas? Isso é inadmissível.

ER — Além da segurança pública, qual outra pauta será trabalhada em caráter de urgência?
Carlos Augusto — Além da segurança pública, a maior necessidade da população é o emprego. Fiquei muito feliz com a notícia da liberação da licença para a construção do Porto de Macaé. Sei que esta iniciativa vai gerar muitos empregos para a região, no entanto, precisamos capacitar nossa população para que estas vagas sejam ocupadas por nossa população. Para isso, vou indicar na Alerj que o estado construa um Centro de Vocação Tecnológica (CVT) em Rio das Ostras, para que a população tenha acesso à qualificação profissional. Outra demanda que muito me cobraram durante a campanha de 2014 é a abertura de uma Ciretran em Rio das Ostras.
ER — O senhor pretende concorrer ao cargo de Prefeito este ano? Se pretende, porque então se candidatou ao cargo de deputado?
Carlos Augusto — Concorri a deputado porque queria continuar trabalhando pela minha Rio das Ostras em nível estadual. Porém, nos últimos anos, vimos nossa cidade declinar em uma crise sem precedentes. Diante deste novo cenário, penso que não posso ficar de braços cruzados vendo nossa cidade afundar. Para mim, seria muito mais fácil concluir meu mandado como deputado, mas sei que minha cidade precisa de mim, da minha experiência para superar este momento. Portanto, se meu partido assim decidir, colocarei meu nome mais uma vez à disposição do povo de Rio das Ostras.

ER — Por que sua experiência seria útil neste momento?
Carlos Augusto — A crise dos royalties não pode ser desculpa para má administração. Rio das Ostras vive hoje, mais do que uma crise financeira. É um problema moral. Por exemplo, quando eu fui prefeito, tive que administrar, em 2006, uma crise tão ruim quanto a atual, onde o preço do barril do petróleo despencou e os royalties caíram drasticamente. Mesmo assim, Rio das Ostras não chegou nem perto do colapso que vive hoje. Alias, o atual governo teve nos anos de 2013, 2014 e 2015 uma arrecadação maior do que a dos últimos quatro anos de meu mandato. Ou seja, hoje em Rio das Ostras não falta dinheiro, falta é gestão e competência. Por isso, acredito que tenho condições de colocar a cidade novamente no caminho do desenvolvimento.

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