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Coluna do Balthazar – 02 a 08 de fevereiro de 2013

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Coluna do Balthazar – 02 a 08 de fevereiro de 2013
February 04
13:08 2014

Arnaquinópolis 3 - A sucessão Capítulo CCXV (215)

Em nosso último capítulo talvez você tenha lido que a visita do ex-governador Erezinho tinha causado um enorme alvoroço na população anarquinopolitana, sobretudo porque todos descobriram na visita que, ao contrário do que foi vendido pelo jornal chapa branca, a dupla “Zé Praga e Erezinho” não estava tão firma assim. Na verdade,. estava próximo do fim. Leu ainda que BBA (Bigh Brother Anarquinópolis) seguia em ritmo alucinante com a eliminação de alguns membros da tribo semi-xiíta dos “Silvanistas Funkianos”. Veja o que aconteceu em seguida.
A visita de Erezinho foi bem badalada, porém logo em seguida outro candidato a governador resolver dar o ar de sua graça pela região, o abominável ogro “MãoZão”. Atual vice-governador, “MãoZão” era de longe o menos carismático dos candidatos, mas compensava sua falta de empatia com um cofre abarrotado de dinheiro. E saí região à fora no bom estilo Sílvio Santos gritando aos príncipes da região a famosa frase “Quem quer dinheiro”.
Dr. Bonitnho, que não era bobo, falou que iria apoiar MãoZão, junto com todos os outros candidatos, de olho nas polpudas verbas que encheriam seus cofres. Igualmente espertos, os príncipes Sabido (do principado vizinho de “Os Ricos Comem Ostras”) e “Carranco Pacus”, (do principado vinho de “PãoDormido Cabreu”) seguiram a mesma linha, enchendo os cofrinhos com a grana do povo usada por “MãoZão” para fazer campanha.
Já em Anarquinópolis, alheia à “MãoZão”, “Ereinho” e outros mais, a turma ligada ao vice-rei “Danoninho Fiuk” tinha problemas muito maiores para se preocupar. Acontece que após tanta gente rodar, quem estava no paredão desta vez era a líder da tribo ziíta dos “Ivanistas Reibeirenses”, “Falsanta Berreirro”. Falsanta era uma espécie de mentora do grupo. De ex-guerrireira da oposição a ícone da falta de competência, “Falsanta” era o exemplo vivo de que nem sempre o discurso se assemelha a prática.
Falsanta estava fora de controle: gritou com todo mundo (daí o sobrenome “Berreiro”) e também judiou de alguns desabrigados. Logo, o parlamentar “Juquinho do Aerofólio”, doido para tomar o seu lugar aumentou a pressão sobre Dr. Bonitnho e jogou rapidamente a líder dos “Ivanistas Ribeirenses” para o paredão. Mas, se ela saísse, não iria cair sozinha. Seu partido, que já estava pelas rabeiras corria o risco de sofrer várias baixas.
Para piorar ainda mais o clima entre Dr. Bonitinho e os Ribeirenses, as coisas também estavam estranhas com o parlamentar “Pastel Silvano”, outro inimigo de “Juquinho” (que estava com moral elevada). Após ter o pai, o filho e o espírito santo milagrosamente empregados na máquina pública, o religioso parlamentar começava a perder espaço. Mas o ápice do desprestígio mesmo foi quando Dr. Bonitnho realizou uma festa em seu próprio bairro e não convidou o parlamentar. Logo, Pastel ficou magoadinho e foi à rede antissocial JeegueBook chorar suas mágoas. É, pelo vista havia um casamento próximo a acabar...

Mudança, ainda que tardia

E quem foi que disse que o governo Dr. Aluízio não representa a mudança? Até onde eu sei, nunca antes na história de Macaé mudou-se tanto de secretário. Agora, quer saber de uma verdade? Salvo pouquíssimas exceções, muitos foram tarde. O governo só vai pra frente mesmo se mais alguns que estão vazarem.

A Copa da Vergonha

Não adianta. Não vou ceder ao emocionalismo nacionalista (arma preferida dos ditadores) e me convencer que a Copa é o melhor para o Brasil, etc. Ora, a Copa do Mundo é um empreendimento particular de uma entidade (Fifa) que não traz retorno social algum para o Brasil. Sim, não traz retorno, já que tudo o que será deixado no país (estádios, viadutos, etc) está sendo construído com o nosso dinheiro. O investimento, aliás, é nosso. Mas o lucro é deles (Fifa). Deles e dos políticos que estão deitando os cabelos com as obras superfaturadas.

O bandido do Rio

Virou hit no Rio e no Brasil o Rap do artista PH Lima que espinafra Cabral e Eduardo Paes. A música chama-os de bandido para baixo e fala de tudo aqui que, se eu publicasse, estaria com processos até a ponta do cabelo. Sinceramente, admiro  muito a coragem deste jovem que não teve medo de expor para o mundo, pela internet o desabafo que não é só dele, mas de toda a população do Rio de Janeiro. Mudando de assunto, seria legal o Pezão, candidato do Cabral sair em pleno ano eleitoral distribuindo dinheiro para os prefeitos do interior. Com a palavra o nobre PH.

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