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ESTAMOS DE OLHO – 1º a 7 de setembro

ESTAMOS DE OLHO – 1º a 7 de setembro

September 04
10:55 2013

UMA CAUSA MAIS QUE IMPORTANTE

A Constituição Brasileira é bemamaro 2 clara quando afirma que “todos são iguais perante a lei”. Bem, no texto é bonito mas, na vida real, não é bem assim que as coisas acontecem. Por exemplo, as empresas que atuam na Bacia de Campos não respeitam este princípio constitucional. Por exemplo, os funcionários embarcados da Petrobras trabalham 14 dias e folgam 21. Mais do que justo, já que o trabalho em mar é altamente estressante e representa risco. Porém, ao contrário da estatal, as demais empresas terceirizadas  da área submetem seus funcionários à escala de trabalho com 14 dias embarcados e 14 de folga. Além de ser injusta, esta prática faz com que os funcionários terceirizados pareçam estar numa “classe inferior” aos petroleiros. Tentando reparar esta injustiça, o Sindicato dos Empregados das Empresas Offshore do Brasil (Sinditob) realizou um grande ato como parte de uma campanha organizada para reivindicar a equiparação da carga horária entre todos os trabalhadores da cadeia do petróleo da região. Não será uma briga fácil, mas  os terceirizados estão dispostos a desafiar o poder e o abuso das grandes empresas. Estamos de olho!

AINDA PODE MELHORAR

No início deste mês o Expresso mostrou o resultado do IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), pesquisa realizada em parceria com a ONU. A pesquisa foi muito festejada região afora, pois as assessorias levaram em consideração o desempenho de sua cidade em relação ao estado (Rio das Ostras, ficou em 3º lugar e Macaé em 7º lugar). Muito bem, muito bonito. No entanto, em comparação à média brasileira o IDHM da região foi decepcionante. Na pesquisa, que leva em consideração indicadores de renda, saúde e educação, Rio das Ostras ficou apenas na 197ª posição nacional, Macaé na 304ª e Campos na 1.427ª posição. Nesta pesquisa (onde o Estado inteiro do Rio passou vergonha), ficou claro que nossa região ainda tem muito a evoluir. E que nem todo o dinheiro do petróleo foi suficiente para superar as graves falhas de gestão dos anos anteriores (a pesquisa tem como base dados de 2010). Por exemplo, Macaé com seu orçamento bilionário, durante os últimos 12 anos se tornou a cidade proporcionalmente, mais favelizada do estado. Agora a pergunta é: o que nossos governantes farão diante disso?

 

PÁGINAS PARA A HISTÓRIA

R$ 50 milhões. Lembre esse valor, pois foi justamente esta exorbitante quantia que a Prefeitura de Macaé gastou ainda no governo Silvio Lopes para construir os cinco Terminais Rodoviários da cidade (uma média de R$ 10 milhões por terminal). Pois bem, quando prefeito, Riverton Mussi conseguiu fechar três destes terminais e deixou outros sucateados. Mas, na nossa edição de 19 de dezembro de 2009, portanto há pouco mais de três anos o Expresso mostrou o estado deplorável em que estava o Terminal Central. Na ocasião, a situação estava tão negra que a obra pública exalava urina a 300 metros de distância. Nem porta havia nos banheiros na época. Hoje, infelizmente, somente três terminais (Centro, Ajuda e Lagomar) sobreviveram. E todos carecem urgentemente de reparos. Afinal, após um furacão, o que 

 

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