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Jovem de Quissamã concorre ao prêmio “Jovem Cientista”

Jovem de Quissamã concorre ao prêmio “Jovem Cientista”

September 24
10:08 2013
A aluna atuou no desenvolvimento de uma boia, que monitora o meio-ambiente de lagoas

A aluna atuou no desenvolvimento de uma boia, que monitora o meio-ambiente de lagoas

Kathleen Gomes Moreira Pereira Pinto, tem apenas 16 anos, mas já está despontando no cenário estudantil do município. A quissamaense, que frequenta o curso Técnico em Eletromecânica no IFF – Instituto Federal Fluminense, é a primeira aluna do Campus Quissamã, inscrita no Prêmio Jovem Cientista, premiação organizada pelo CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico em parceria com Fundação Roberto Marinho, Gerdau e General Eletric.

O Prêmio Jovem Cientista, criado em 1981, tem como objetivo incentivar a pesquisa no País e é considerado um dos mais importantes reconhecimentos destinados aos cientistas brasileiros. O tema desta edição é "Água: desafios da sociedade" e irão participar do Prêmio, estudantes dos ensinos médio e superior, além de mestres e doutores, com trabalhos relacionados à solução de problemas hídricos. “A ideia era fazer algo barato, simples e que pudesse ser usado na região. Começamos o projeto dominando a tecnologia e depois nos dedicamos a produção do protótipo. Montamos uma boia que pudesse ficar à deriva nas lagoas locais para que ela medisse o PH da água”, afirmou o Professor de Meio Ambiente Renato Gomes Sobral Barcellos, que é o orientador de Kathleen.


A atuação na área de monitoramento de processos geoquímicos em ambientes lagunares motivou pesquisadores da Rede UFF de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável REMADS-UFF e do Laboratório de Computação Física - LCF do Instituto Federal Fluminense, campus Quissamã, a desenvolverem uma boia cujo o objetivo é o monitoramento de parâmetros geoquímicos para ambientes lagunares.


Os temas escolhidos em cada edição buscam soluções simples e acessíveis para os desafios da sociedade brasileira. “Quando busco informações sobre as lagoas locais, acho apenas a localização, extensão e profundidade. Com a boia de deriva, poderemos analisá-las profundamente e armazenar os dados para futuros estudos ambientais”, declarou a estudante. Kathleen afirmou ainda, que está animada com sua primeira experiencia, pois, mesmo que não seja a grande vencedora, terá aprendido muito.


Os prêmios vão de R$ 15 mil a R$ 30 mil para a categoria de mestre e doutor e de R$ 10 mil a R$ 15 mil para nível superior. No ensino médio, os três primeiros lugares recebem laptops. As instituições premiadas recebem R$ 35 mil cada e o pesquisador doutor premiado recebe R$ 20 mil. Os vencedores também são contemplados com bolsas de estudo do CNPq, além da publicação dos trabalhos. As empresas parceiras, Gerdau e General Eletric, oferecerão visitas aos laboratórios globais de pesquisa.

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