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Procura por cursos e treinamentos comportamentais crescem

Procura por cursos e treinamentos comportamentais crescem

Procura por cursos e treinamentos comportamentais crescem
May 06
15:32 2014

A instabilidade no emprego consequência da crise do petróleo compromete a produção de funcionários e colaboradores

 

Desde setembro do ano passado – momento em que a Petrobras cancelou os contratos de perfuração de poços – muitas empresas resolveram por demitir funcionários e algumas até fecharam as portas.

De acordo com a coaching e presidente da Master Mind Norte Fluminense, Reginah Araújo essa instabilidade mexe com o comportamento dos funcionários.  Ainda de acordo com a “caça talentos”, conhecido como headhunter, os colaboradores das empresas, principalmente daquelas que estão passando por crises, devem agir como um líder e se destacar de modo que sua permanência seja indispensável.

Em Macaé, a procura pelos cursos de Treinamento e Aperfeiçoamento Profissional, da Master Mind, vem crescendo espantosamente. Os resultados dos treinamentos são cada vez mais satisfatórios.

Para Damião M. de Freitas Júnior, Coordenador de QSMS e Treinamentos o curso é altamente produtivo. “Estou pondo em prática um pouco do que aprendemos lá, avaliando meus conceitos de organização, seguindo os 04 passos da comunicação, que foi o ápice do treinamento”, observou.

Osvaldo de Jesus Martins, Gerente de Infraestrutura da empresa Denadai, compartilha da mesma opinião de Damião. “Cursos como este são de fundamental importância para que possamos desenvolver uma gestão imparcial e produtiva, muito boa esta iniciativa”, ressaltou.

Victor Silva, também da empresa Denadai, saiu satisfeito do treinamento  de liderança para o século XXI, ministrado pela  equipe do Master Mind. “Treinamento este que aprimorou toda a forma de lidar com nossos colaboradores offsore e onshore. Onde pude perceber que cada  individuo tem um perfil diferenciado  do outro e como devo lidar com cada perfil”, frisou.

Dados Importantes - Uma pesquisa realizada pela Catho, no ano passado, com mais de 50 mil profissionais, mostra que o mau comportamento dos funcionários é o segundo maior motivo de demissão nas empresas. Os principais problemas são de relacionamento com o chefe e com os colegas, faltas e atrasos. Em primeiro lugar, está o mau desempenho.

“Podemos apontar os principais erros de comportamento dos profissionais dentro das empresas: Descompromissado: não cumpre prazos e não é um bom exemplo para os colegas; Pessimista: acha que nenhum projeto vai dar certo; Individualista: não sabe trabalhar em equipe nem ouvir a opinião dos outros; Vaidoso: quer ser reconhecido o tempo todo; Desagregador: cria intrigas e faz fofoca; Inseguro: tem dificuldade de se posicionar; entre outros”, disse Reginah Araújo ressaltando que hoje em dia, cada vez mais as empresas procuram “verdadeiros” profissionais para trabalharem nelas. Com isso, é evidente que não há mais espaço no mercado de trabalho para profissionais amadores, desqualificados e despreparados para a função a ser exercida, mas sim para profissionais habilidosos, com pré-disposição para o trabalho em equipe, com visão ampliada, conhecimento de mercado, iniciativa, espírito empreendedor, persistente, otimista, responsável, criativo, disciplinado e outras habilidades e qualificações.

Tal carência de pessoas capazes de assumir grandes responsabilidades corporativas reforça a importância das empresas investirem na preparação de seus colaboradores. “Muitas empresas tem nos procurado para fechar o curso In Company, no intuito de motivar e qualificar seus funcionários”, frisou apontando a Eficaz Onshore como uma das empresas que mudou o perfil de sua equipe depois da aplicação do curso In Company.

Faltam líderes no mercado de trabalho. Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana DDI com mais de 12 mil executivos de 74 países, apenas 40% dos entrevistados se consideram aptos a lidar com os desafios impostos pela complexidade de negócios decorrente da globalização dos mercados.

Outra estatística pertinente, da companhia de treinamentos Dale Carnegie, revela que a satisfação com os superiores motiva mais que a possibilidade de aumento salarial. Metade dos que se declaram insatisfeitos com a chefia mudaria de emprego caso a nova proposta tivesse um ganho financeiro de apenas 5%. Por outro lado, apenas um quarto dos funcionários engajados consideraria trocar sua vaga atual, mesmo que o aumento oferecido fosse de 20%.

Diante deste cenário, as empresas devem exercer um papel ativo na formação de líderes com a visão e valores arraigados desde os primeiros passos do vínculo, em programas de trainee e estágio.

“Além de liderança, o curso aborda o relacionamento interpessoal, autocontrole, confiança em si mesmo, iniciativa, boa comunicação, a importância em fazer mais que o combinado, entre outros atributos ”, concluiu Reginah Araújo.

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